Mestres de RPG…

Vendo que o RPG têm crescido de forma progressiva na cidade sempre pode aparecer uma pergunta: Por quê não ser mestre?

Certa vez me perguntaram: Quando um jogador começa a conhecer demais as regras, deve virar mestre?
Não concordo exatamente com isso, mas com certeza é de grande ajuda.
Ser mestre não é só conhecer “muito” de regras… Ele também deve fazer a aventura (seja de improviso ou planejada)! E, venhamos e convenhamos, essa á a maior parte do trabalho…
Saber as regras é um requisito básico para qualquer mestre, mas também não sabê-las, em sua totalidade, não tira o “título” de Mestre de ninguém…
Um Mestre deve saber sim, criar e conduzir uma aventura, que é o principal requisito do para a ocupação.
Veja que, Mestre mais experiente NÃO está relacionado com o tempo em que ele já joga ou mestra, mas sim com sua experiência mesmo!
Se tornar Mestre é quando você começa a questionar e não se sentir mais 100% nas aventuras de seu grupo. É quando estes sintomas aparecem, junto com a vontade de recontar ou contar a história de uma outra maneira, que surge o mestre. É quando suas ideias, sua opção de narrar uma história, começa a tomar forma, pedindo para que ninguém além de você, a conte.
Ele não precisa necessariamente virar mestre quando ele sabe muito das regras, ele pode se tornar algo que em Acaraú não vemos com tanta frequência.
Ele pode ser um co-Mestre (ou Adversário).

Mas o que seria um co-Mestre/Adversário?
Vamos supor que seu mestre esteja lá, fazendo o turno de alguns jogadores. Só que os outros jogadores estão parados e têm certas duvidas em relação às regras pois em seu proximo turno desejam fazer sua ação em silencio para evitar que o outro jogador escute e atrapalhe seu plano, então nisso entra o co-Mestre, tirando as possiveis duvidas presentes na mesa e favorecendo ainda mais na melhoria do jogo, pois assim voce evitará que o mestre saia de sua linha de raciocínio….
Se for o caso o Co-Mestre pode ainda controlar alguns dos NPCs e ajudar o mestre nas anotações, mapas e coordenação geral da aventura!

Como eu ouvi falar por aí: As regras não são um fim, e sim um meio…

Possivelmente, semana que vem, teremos uma entrevista com uma pessoa que tenta difundir a cultura na nossa cidade, mas até lá, não vamos revelar nomes…
Um forte abraço e boa semana…

Alexandre Nordestinus…

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