O que é esse tal RPG?

Bem, como esse é meu primeiro texto próprio, prefiro falar de coisas que me agradam no RPG…

Acho que todos os RPGistas já tiveram que responder a essa pergunta:
O que é esse tal RPG?

RPG não é exatamente um jogo, e sim um pasatempo. Ele não interfere na vidas das pessoas, nem como indivíduo, nem como cidadão. Ele simplesmente faz com que o interpréte (ou como é mais conhecido – jogador) reaja às histórias contadas pelo mestre ( que é quem assume o papel do mundo que os cerca, das pessoas que vivem com o personagem, os seus amigos e inimigos e atua como juiz durante disputas).

A melhor descrição para RPG é provavelmente como uma história contada por alguém, e o mais importante, com regras.
No RPG, um número de jogadores assume o papel fictício de personagens, enquanto um jogador em especial, atua como mestre. As ações e reações dos jogadores são improvisadas durante o jogo e não impostas ou ditadas pelo mestre.

O mais comum tipo de RPG é o de mesa. Na mesa, os jogadores e o mestre sentam e descrevem com palavras ou mímica as ações de seus personagens. E quando os resultados de uma ação dos personagens ficam em dúvida(ex. o personagem consegue arrombar a porta?), dados são usados para decidir os resultados.

O RPG não é uma atividade física, é uma atividade verbal, e a ação ocorre na imaginação dos jogadores. O jogo é realizado, geralmente, ao redor de uma mesa, e necessita somente de lápis, papel e alguns dados. A história contada é chamada de aventura, e essa se desenvolve sempre num cenário, comprado ou criado pelo Mestre. Então, a aventura pode ter como ambientação a Idade Média, os anos 40, a época atual, a pré-história, o futuro ou até mesmo o espaço sideral. Não há limites para a ambientação, pois isso depende da imaginação daqueles que estão jogando. Os jogadores interpretam personagens de acordo com o tipo de cenário, com características próprias, como força, destreza, inteligência, sabedoria, carisma, vantagens, desvantagens, etc., que variam também de acordo com o tipo de aventura que será jogada. Logo, eles podem ser policiais, guerreiros, magos, piratas do espaço, caubóis, detetives, cientistas, superheróis, etc. Essas informações e muitas outras ficam registradas nas fichas de personagens.

Bem, o jogador deixa de viver o que chamamos de “vida real” e passa a interpretar pessoas que ele não pode ser na realidade. Passa a atuar como herói de sua vila, ou como a mocinha que é cativa de um poderoso dragão, ou como um poderoso lobisomem que toma conta das ruas de seu bairro.

Ele deixa de ser o que sempre é para ser, por um instante, um interpréte…

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