Lendas Urbanas…

Em 1994, a polícia de Las Vegas relatou uma preocupante série de crimes ocorridos na área. A primeira vítima foi um homem de Ohio que estava na cidade para um congresso de vendas. No bar do hotel, o homem iniciou uma conversa com uma atraente mulher. Segundo ele, os dois ficaram conversando e tomaram alguns drinks no decorrer de umas duas horas. Em algum momento, o homem apagou e quando voltou a si, ele se viu deitado numa banheira de hotel coberto de gelo. Ao lado, no chão, havia um telefone e um bilhete dizendo “Ligue para o 911 senão você vai morrer”. Ele chamou uma ambulância e foi levado às pressas ao hospital, onde os médicos o informaram de que tinha passado por uma grande cirurgia. Um de seus rins foi removido, aparentemente por uma gangue que vende órgãos humanos no mercado negro. Após esta ocorrência, muitos crimes similares foram relatados, fazendo com que a polícia de Las Vegas emitisse avisos aos turistas.

Há uma boa probabilidade de você ter escutado esta história ou alguma variação dela. As notícias sobre os “ceifadores de órgãos” de Las Vegas passaram por milhares e milhares de pessoas no decorrer de dez anos. Foi repetida de boca em boca, por e-mail e até mesmo através de folhetos impressos. Mas não há absolutamente nenhuma evidência que alguma coisa desse tipo tenha ocorrido em Las Vegas ou em qualquer outro lugar. Esta história fictícia é essencialmente uma lenda urbana, um incrível conto passado de uma pessoa a outra como sendo verdadeiro.

Neste artigo vamos conhecer as lendas urbanas e saber como são, de onde vêm e porque se propagam tão rapidamente. Também iremos explorar algumas idéias referentes ao seu significado social e ver como as histórias se modificam no decorrer dos anos.

De modo geral, uma lenda urbana é qualquer história fictícia da atualidade, dita como verdadeira, que alcança um público muito grande ao ser passada de uma pessoa a outra. Muitas foram inspiradas em um evento real, mas evoluíram ao serem transmitidas verbalmente. Não é possível rastrear uma lenda para descobrir a sua origem: elas parecem ter vindo de lugar nenhum.

As lendas urbanas estão em todo lugar, mas há alguns aspectos que se repetem. Normalmente, as lendas se caracterizam pela combinação de humor, terror, alerta, embaraço, moralidade ou apelo à empatia. Geralmente têm um enredo imprevisível, mas verossímil o suficiente para ser considerado verdadeiro.

Na história dos ceifadores de órgãos, você pode observar como estes elementos se juntam. O aspecto mais extraordinário é a sensação de terror: a imagem do homem que ao acordar se vê deitado numa banheira cheia de gelo com um rim a menos é realmente lúgubre. Mas o gancho real é o alerta. De tempos em tempos, muitas pessoas viajam para cidades desconhecidas e Las Vegas é um dos pontos turísticos mais populares do mundo. Esta história também traz uma lição de moral: a de que o executivo acabou numa situação desagradável, depois de tomar uns drinques no bar e flertar com uma mulher misteriosa.

Isto é chamado de conto preventivo. Uma outra variante que surgiu recentemente numa torrente de reportagens é a história da contaminação por fluidos do corpo humano encontrados numa comida de restaurante. O que mais se espalhou foi o rumor da presença de ratos e camundongos em garrafas de refrigerante e outros alimentos pré-embalados.

Há também muitas histórias de contaminação que têm a ver com a injeção de drogas não intencional. Uma lenda particularmente difundida relata que os traficantes de drogas estavam revestindo tatuagens temporárias com LSD. Eles fornecem estas tatuagens às crianças que as aplicam e assim absorvem a droga através da pele. Supostamente, esta seria uma maneira de fazer com que as crianças ficassem viciadas em LSD e se tornassem clientes habituais. Embora repetidos anúncios públicos afirmem que esta história não é verdadeira, pessoas preocupadas continuam a advertir sobre estas tatuagens, colocando avisos em delegacias policiais, escolas e outros locais públicos.

Nem todas as lendas urbanas possuem aspectos tão mórbidos e pesados. Muitas delas não têm nenhum elemento preventivo ou moral. São simplesmente histórias engraçadas ou piadas comuns contadas como se realmente tivessem acontecido. Uma delas relata que um homem fez um seguro da sua valiosa caixa de charutos, fumou todos eles e depois tentou receber o seguro alegando que foram danificados num incêndio. Um outro conto fala sobre o motorista bêbado que foi parado pela polícia. O policial manda o homem sair do carro para um teste no bafômetro. Mas quando o teste está para começar, um outro carro cai numa vala. O policial corre para ajudar o outro motorista e o homem bêbado aproveita a oportunidade para fugir. Quando chega em casa, ele rapidamente adormece no sofá. De manhã, ele ouve batidas na sua porta, abre e encontra o mesmo policial da noite anterior. O homem jura que estava em casa a noite toda até que o policial pede para olhar a sua garagem. Quando abre o portão, ele fica chocado ao ver o carro do policial estacionado lá ao invés do seu próprio.

Esta história sobre o carro policial se espalhou pelo mundo de formas diferentes. Foi até assunto de um filme “Gênio Indomável”, onde um dos personagens diz que isto aconteceu com um de seus amigos.

 

Amigo do amigo

 

Nos últimos parágrafos vimos que as lendas urbanas são histórias incomuns, engraçadas ou chocantes que são transmitidas de uma pessoa a outra como sendo absolutamente verdadeiras. O mais notável é que muitas pessoas acreditam e passam adiante. O que há nelas que faz com que as pessoas queiram espalhá-las?

Uma boa parte se deve aos aspectos específicos da história. Como vimos na seção anterior, muitas lendas urbanas tratam de crimes perversos, alimentos contaminados ou várias ocorrências que poderiam afetar muitas pessoas se fossem verdadeiras. Se ouvirmos uma história dessas e acreditarmos nela, nos sentimos obrigados a avisar os amigos e a família.

Uma pessoa pode transmitir informações que não são de advertência simplesmente porque acha engraçado ou interessante. Quando ouvimos a história pela primeira vez, ficamos espantados, imaginando como uma coisa dessas pode ter acontecido. Quando uma lenda é bem contada, ela prenderá sua atenção. Faz parte da natureza humana querer espalhar este sentimento aos outros e ser aquele a quem todos esperam para saber o desfecho da história. Mesmo se soubermos que se trata de um boato, ainda podemos ficar tentados a personalizar o conto ao dizermos que aconteceu a um amigo. Na verdade, as pessoas gostam mesmo é de contar uma boa história [alguém pensou em RPG???].

Mas, porque então o público leva isto tão a sério ao invés de reconhecer que se trata de um boato ou um rumor infundado? Na maioria dos casos, depende de como a história é contada. Se uma amiga (vamos chamá-la Girlene) lhe conta uma lenda urbana, há chances de que aquilo tenha acontecido com um amigo de alguém que ela conheça. Você acha que Girlene está falando a verdade e que ela acreditou na pessoa que lhe contou. Isto se parece mais com informação de segunda mão e você irá tratá-la como tal. Por que Girlene iria mentir?

É claro, Girlene não está mentindo nem o seu amigo, simplesmente, ambos acreditam no que foi contado. No entanto, eles provavelmente estão abreviando e você [talvez] fará o mesmo ao passá-la adiante. Assim, o evento ocorreu com o amigo de um dos amigos dos seus amigos, mas para simplificar você provavelmente dirá que aconteceu ao amigo de Girlene ou até à própria Girlene. Desta forma, cada pessoa que transmite o caso deixa a impressão de que ele está somente duas pessoas adiante dos personagens da história, quando na realidade, há, provavelmente, centenas de pessoas entre eles.

A origem das lendas urbanas pode ser atribuída a uma variedade de fatores. No caso das tatuagens revestidas de LSD, a provável origem foi uma interpretação errônea de uma ocorrência real. Enquanto há poucas evidências de adesivos de LSD sendo distribuídos às crianças, é uma prática comum dos traficantes venderem ácido em pequenos pedaços de mata-borrão que eles marcam com um personagem de desenho animado como sua marca registrada. Podemos apostar que alguém leu sobre estas “pastilhas de ácido” ou viu uma foto delas e pensou que fossem tatuagens para crianças.

Não está claro quem começou a história do roubo de órgãos de Las Vegas. Provavelmente, foi alguém pregando uma peça num amigo. Mas sabemos de algo que pode explicar como esta lenda se espalhou. O escritor da série americana Law and Order (Lei e Ordem) ouviu essa história em algum lugar e a transformou em um episódio. A série é bem conhecida por contos “arrancados das manchetes”, então muitos espectadores podem ter tido a impressão de que o episódio descreveu um fato real.

Geralmente, a cultura popular e as lendas urbanas andam juntas. Antigas lendas acabam como tramas de filmes e elementos fictícios do cinema que circulam como contos da vida real. No último caso, alguém pode dar início a uma lenda porque é mais emocionante dizer que um evento realmente aconteceu ao invés de contar que passou no cinema. Ou talvez a pessoa simplesmente esqueceu onde de fato ouviu a história.

Muitas pessoas acreditam que uma lenda urbana deve ser verdadeira porque foi assunto de reportagem de jornal ou de outra “fonte oficial”. A insistência das histórias de Halloween (lâminas em maçãs, agulhas em balas) é um exemplo disso. Não existem casos documentados de contaminação de balas de Halloween nos EUA [já que no Brasil não se costuma trocar balas com crianças vestindo cosplay, hehehe], mas a mídia e a polícia emitem advertências ano após ano. Jornalistas, policiais e outras autoridades às vezes erram e a maioria deles admite isso abertamente. Não há fonte de informações infalível.

Qualquer pessoa pode ser enganada ao acreditar numa lenda urbana, pois poucas pessoas desconfiam de tudo e de todos. A maioria de nós não investiga nada do que ouve [e não falo só das lendas urbanas]; devido à eficiência do informante, aceitamos quase tudo como sendo verdadeiras. Sob o ponto de vista psicológico, necessitamos confiar nas pessoas pela sensação de conforto que isso nos traz.

Em muitos casos, esta confiança é tão grande que a pessoa irá insistir que a lenda realmente aconteceu mesmo quando confrontada com evidências do contrário. Os sites de lendas urbanas tais como Mr. Malas recebem muitos e-mails de leitores que se sentem ultrajados pois o site chama o seu amigo de mentiroso.

Uma outra razão de as histórias serem passadas adiante é porque os seus detalhes as fazem parecer verdadeiras. Você deve ter ouvido relatos sobre crianças que foram raptadas de um lugar específico da loja de departamentos ou sobre as várias iniciações das gangues que ocorreram em um determinado lugar da sua cidade. Uma vez que o contexto é familiar e o lugar é verdadeiro, a história parece real. Este nível de detalhamento também influi nos seus próprios medos e ansiedades sobre o que poderia lhe acontecer nos lugares que visita regularmente.

As lendas urbanas são difundidas em culturas por todo o mundo. Nas diferentes regiões, os elementos já conhecidos como terror, humor e estado de alerta aparecem mais uma vez apesar dos assuntos específicos variarem.

 

O que as lendas significam?

 

Na Internet e nas universidades de todo o mundo, você encontrará muitas pessoas interessadas no papel que as lendas urbanas desempenham na sociedade moderna [alguém falou na Unis-MG, com sede em Varginha???]. Muitos folcloristas argumentam que as lendas mais pavorosas incorporam os medos básicos do ser humano que servem de alerta ou lição de moral para que possamos nos proteger do perigo.

A lenda que mais fez sucesso [em sua época] desse tipo é o conto “assassino da mão-de-gancho”. Nessa história, um jovem casal de namorados estaciona o carro em um lugar remoto. Pelo rádio eles ouvem que um psicopata com uma mão-de-gancho fugiu de uma instituição de doentes mentais. A garota quer ir embora, mas o namorado insiste que não há porque se preocupar. Após algum tempo ela tem a impressão de ter ouvido alguém arranhando ou batendo levemente do lado de fora do carro. O namorado garante que não é nada, mas como ela insiste, eles vão embora. Quando chegam à casa dela, o namorado salta para abrir a porta do carona. Com horror, descobre um gancho ensangüentado pendurado na maçaneta.

O alerta e a lição de moral desta história são claros: não saia de casa sozinho nem tenha relações íntimas antes do casamento. Se tiver, algo horrível poderá acontecer. Quando este conto circulou pela primeira vez nos anos 50, os estacionamentos eram um fenômeno relativamente novo e os pais ficavam assustados com o que poderia acontecer aos seus filhos. Nos dias de hoje, muitas das pessoas que contam esta história não a levam muito a sério.

À medida que a violência das gangues foi crescendo na década de 90, os alertas focalizaram mais os grupos criminosos ao invés de malucos solitários. Em muitas cidades brasileiras, cidadãos preocupados espalharam a notícia sobre um rito de iniciação na gangue no qual os membros do grupo dirigem à noite com os faróis apagados. Quando um outro motorista pisca seus faróis para sinalizar o fato, a gangue o persegue e mata. Até pessoas que não acreditam nisso podem pecar por excesso de precaução. Afinal, com tanta violência por aí, por que se arriscar?

A ousadia das histórias sobre a contaminação dos alimentos é uma seqüência lógica do modo como comemos. Mais do que nunca, somos alimentados por corporações sem rosto e funcionários sem nome. Estamos cientes que confiamos demais em pessoas sobre as quais nada sabemos e este medo acaba se refletindo nas lendas urbanas. Como regra geral, se a lenda falar sobre aquilo que muitas pessoas têm medo, ela vai se espalhar como fogo. As lendas também expressam algo sobre o indivíduo que crê nelas. Você tende a acreditar e transmitir lendas que têm alguma ressonância com seus medos ou experiências pessoais.

Deste modo, as lendas proporcionam uma visão mais profunda às culturas que as criam. As lendas evoluem na mesma proporção das culturas; novos assuntos e variações surgem a todo momento.

As pessoas não falavam sobre “lendas urbanas” antes da década de 30 e 40, mas elas existem há milhares de anos. As lendas urbanas são simplesmente a versão moderna do folclore tradicional. Em muitas culturas, o folclore sempre existiu paralelamente ou em substituição à história do lugar. Onde a história é devidamente registrada com riqueza de detalhes, o folclore é caracterizado pela “tradição oral”, que é a transmissão verbal das histórias.

Nesta tradição, o contador vai dar uma nova versão à história dita por outra pessoa. Ao contrário da mitologia, estes relatos são sobre pessoas reais em situações verossímeis. Assim como ocorre com as lendas modernas, os contos folclóricos antigos são focalizados em fatos considerados assustadores pela sociedade. Muitos “contos de fadas” que lemos hoje começaram como histórias dignas de crédito, passadas de uma pessoa a outra. Ao invés de alertar contra ladrões de órgãos e gangues, estes contos falavam sobre os perigos da floresta. Na antiga Europa, a densa floresta era um lugar misterioso e de fato havia criaturas que poderiam atacar. É claro que temos muitos medos em comum com nossos ancestrais. Como fica claro em “A Branca de Neve e os Sete Anões”, o medo da contaminação dos alimentos era bastante comum.

Os métodos de transmissão das lendas também evoluíram. Nos últimos dez anos houve uma enxurrada de lendas urbanas na Internet. O meio mais comum é o e-mail. Este método é único porque a história não sofre interpretações de cada pessoa que a recebe. Simplesmente se clica em “enviar” após ter acrescentado os endereços de todos os amigos. Sendo a sua história original, as lendas urbanas via e-mail ganham um toque de legitimidade. Você não conhece o autor, mas ele está lhe falando diretamente.

As lendas enviadas por e-mail geralmente são o produto de um ou mais brincalhões. Para eles, o que empolga é ver até onde a lenda irá se espalhar. Como ocorre com as lendas propagadas de boca em boca, há todo tipo de travessuras por e-mail. As mensagens de alerta por e-mail são muito comuns, normalmente informando sobre vírus de computador ou fraudes na Internet. Até uma pessoa cética pode encaminhar este tipo de mensagem, se achar que é verdadeira. Outro exemplo é o pedido de caridade por uma boa causa ou devido a um terrível erro judicial, solicitando o acréscimo do seu nome a uma lista e envio para todos que você conhece. Há pedidos por e-mail que são reais, é claro, e estes são em prol de uma boa causa. Pode ser complicado identificar uma travessura, mas um indicador é o fato do e-mail não incluir nenhum endereço para a devolução da lista quando estiver completa. E se a mensagem começa com “Este não é uma travessura ou lenda urbana”, provavelmente, será.

Uma das mais famosas lendas por e-mail, a receita de biscoitos de Neiman Marcus (em inglês), junta uma boa história com um apelo de lutar contra injustiças. O e-mail fala sobre uma mãe e sua filha que vão comer na loja de Neiman Marcus. Após a refeição, elas pedem uns biscoitos de chocolate que apreciam muito. A mãe pede a receita à garçonete e esta informa que poderá comprá-la por US$ 2,50. Mais tarde, ela percebe que o valor cobrado no cartão de crédito foi de US$ 250 ao invés de US$ 2,50. O gerente se recusa a devolver o dinheiro porque a sua receita é tão valiosa que não pode ser vendida por pouco. Para se vingar, a mãe manifesta no e-mail que resolveu distribuir a receita gratuitamente pela Internet e solicita que você a mande para todas as pessoas que conhece.

A receita da mensagem faz deliciosos biscoitos, mas não são do tipo vendido na Neiman Marcus e não existe nenhuma receita de biscoito que valha US$ 250. De fato, quando a mensagem circulou pela primeira vez, Neiman Marcus nem fabricava estes biscoitos de chocolate. Surpreendentemente, esta história tem circulado de várias formas desde os anos 40. Na década de 80, a empresa que superfaturou foi a Mrs. Fields. Anos antes, foi o hotel Waldorf Astoria em Nova York e a receita foi a do “Bolo vermelho aveludado”.

Este tipo de e-mail demonstra o quão profundamente estão enraizadas as lendas urbanas. Não importa o quanto a “tecnologia da informação” seja desenvolvida, os seres humanos são sempre levados pelos rumores. Na verdade, a tecnologia acelera a propagação de contos. Por definição, as lendas urbanas parecem ter vida própria e se arrastam numa sociedade de uma pessoa a outra. E, assim como na vida real, elas se adaptam às condições em mutação. Sempre será da natureza humana contar histórias e sempre haverá uma platéia para ouvi-las. A lenda urbana é uma parte de nós mesmos, assim como o nosso bom e velho RPG.

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9 pensamentos sobre “Lendas Urbanas…

  1. Eu gosto muito de ver lendas urbanas mais ás vezer eu tenho que fechar os olhos por as vezes da medo.
    Alenda urbana que eu mais gostei foi A mãe que pede carona por que á mãe morreu e pedio para um motorista para salvar sua filha

  2. Brenda. Eu adoro lendas urbanas. Não gosto muito de lendas mitológicas ou culturais, como sacis e boitatás.
    Mas as lendas urbanas contam um pouco da história da região em que vivemos, quer queiramos, quer não. Aqui na cidade onde moro, há algumas e eu sou muito fã delas, mas confesso que me falta coragem de conferir algumas.

    Imagine aí que na cidade existe um cara que todos sabem que ele se transforma em lobisomem, mas ele diz que só faria isso, com a pessoa que duvidar, dentro de uma casa qualquer. Eu já falei com ele, mas não quer dizer que eu vá me trancar na casa com ele… hehehe…

    Lendas urbanas são lindas…

  3. Boa Tarde
    O seu post sobre Lenda urbana foi plagiado do nosso site (hsw.com.br) e além de não concedermos autorização para cópia parcial ou total de nossos artigos, esse tipo de prática prejudica nossa indexação nos mecanismos de busca (especialmente Google) e nosso modelo de negócios.
    Por favor, retire todo o conteúdo plagiado de nosso site.
    Artigo plagiado: http://pessoas.hsw.uol.com.br/lendas-urbanas.htm

    obrigado,

    Alexandre de Freitas
    CEO HowStuffWorks Brasil
    e-mail: afreitas@hswint.com

  4. Se necessário, pedirei ao responsável pelo blog que tire o texto do ar, mas antes gostaria do contato do responsável pelo site que citei.

    Obrigado.

  5. eu também fecho os olhos as vezes de tanto medo /sou medrosa\
    mais eu amo olhar e as minhas preferidas são: Loira do banheiro e boneca enfeitiçada.

  6. eu adoro todas as lendas urbanas de verda de nao perco nenhuma sempre quando perco nao fico em paz ate descobrir o que deu!!!!!!!!!!!

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