Meme – Entrevista…

Como dita a sina, estou passando para a frente mais um meme em que fui indicado. Ele foi criado no Lote do Betão e me foi passado pelo Sérgio Luis, integrante da Casa dos Lordes.

entrevista

1. Link a pessoa que te “pegou”.  – Ok

2. Poste as regras em seu blog. – Ok

3. Responda, da forma mais completa possível a entrevista que segue.  – Abaixo

4. Pegue mais 1 blog/site que você gostaria de ver respondendo este questionário. Coloque os links no final do post. – ok

5. Deixe a pessoa saber que você o pegou, deixando um comentário no blog dela. – Ok

6. Deixe os pêgos saberem quando você publicar seu post. – Ok

Entrevista:

1. O de praxe: antes de tudo, fale um pouco de você. Quem é você, o que você faz, e mais qualquer coisa que achar relevante.

2. Como você começou a jogar RPG? Conte suas primeiras experiências com o jogo.

3. O que mais você prefere jogar? Quais as suas ambientações e sistemas preferidos? De que lado do escudo você passa mais tempo: do lado do mestre ou do lado dos jogadores?

4. Qual foi o momento mais memorável em uma sessão de jogo? O mais engraçado, dramático, enfim, aquele momento inesquecível.

5. A velha pergunta sobre o mercado: o que você acha da famigerada crise do RPG?

6. E sobre o seu site/blog? O que levou você a fazê-lo? Qual é a essência do site, os planos pro futuro e o que os visitantes mais incautos podem encontrar de bom por aí?

7. Qual foi o post mais legal do seu blog? Existe algum post que você faria de novo, ou “ressuscitaria”? Por que?

8. Não podia deixar escapar essa: o que vocês acham do D&D 4ª edição?

9. Qual o pior momento do RPG brazuca? Por que?

10. Pra terminar, como manda o meme, o que você acha do site do cara que te pegou?

1. Sou Alexandre Freitas Batalha, trabalho com segurança particular e nas folgas adoro passar tempo com a filha de 03 anos, com a esposa, com a família e jogando RPG com os amigos. Fora essas atividades, atualmente estou administrando o Blog Zona Neutra e uma comunidade no Orkut [pouquíssima movimentada] e organizando o AnimaVale, que vai acontecer amanha e depois, em Acaraú [estão todos convidados];

2. Comecei a jogar RPG em julho de 2000. Emilson me trouxe esse jogo estranho, que eu nunca tinha ouvido falar e experimentamos. Chamamos uns amigos e passamos alguns meses jogando AD&D. Meu primeiro personagem foi Richard Belmont, ranger. Depois disso passei para GURPS e dai pra frente comecei a mestrar. Joguei e mestrei vários sistemas, como AD&D, GURPS, D&D [3.5], Storyteller, Storytelling, Shadowrun, 3D&T e Daemon [acho que só esses mesmo]. Como muita gente deve ter sentido, eu senti que era meio que discriminado quando o RPG foi ficando mais conhecido na cidade onde moro [cerca de 55.000 habitantes], mas com o tempo a situação foi mudando, chegando até a receber um agradecimento de uma mãe de um jogador, por fazê-lo ler mais [graças ao RPG… Talvez ela não soubesse disso, hehehe].

3. Eu adoro jogar GURPS. Para mim é o melhor dos sistemas que já joguei e passa muito longe de ser difícil, como alguns acham. A ambientação não me importa muito, eu jogo em qualquer uma e com qualquer personagem. Nunca joguei em Yrth e confesso que sou muito curioso quanto a isso. Estou entrando num grupo que vai jogar em Yrth e espero gostar do cenário.

Atualmente estou mais jogando que mestrando, talvez devido às minhas ocupações com a organização do AnimaVale e com o Gurps Holy Day, que aconteceu a duas semanas. Mas estarei voltando a mestrar GURPS logo-logo. Num cenário baseado numa série americana que assisti.

4.  O momento mais inesquecível para mim foi um momento de uma narração perfeita. A narração foi feita por Emilson e eu estava na mesa. Eu jogava com um guerreiro [não lembro seu nome]. Ele tinha um inimigo que não apareceu durante a aventura inteira e meus companheiros de mesa aos poucos começavam a cobrar o mestre por isso. Estávamos jogando a aventura “O ferrão de Sallizar, da finada Dragão Brasil.

Depois que enfrentamos os inimigos na ultima parte da aventura, chegamos à conclusão de que não éramos páreo para eles. Morreríamos se não corrêssemos. Foi dito e feito. Corremos por uma abertura feita na parede, provocada por uma energia que não havia sido jogada por nenhum de nós e nenhum dos nossos inimigos, mas todos os jogadores acharam que era uma ajuda do mestre, e corremo para lá.

Ao sair pela abertura na parede nós corríamos para nos distanciar do local, mas eis que meu inimigo e mais três de seus amigos cruzam nosso caminho, em direção ao inimigo que nós não conseguimos derrotar. Ele passa pela gente todo boçal e entra pela fenda na parede. Depois de alguns minutos e um castelo derrubado, ele e os amigos saem do castelo e vêem em nossa direção. Meu personagem já estava rebaixado psicologicamente por ele ter feito o que eu não consegui. Nos preparamos para a batalha, mas fomos surpreendidos por uma frase.

“Não ouse morrer pelas mãos de outro. EU vou matá-lo!”

Imaginem agora a minha cara, depois de ouvir isso?!

5. A crise está longe de realmente estar acontecendo.

6. Na Zona Neutra eu tento manter as notícias sobre a região atualizadas. O Vale do Acaraú é carente quando se fala em notícias. Muita gente quer fazer, mas são coisas isoladas. Acho que isso pode ser corrigido. Todos os movimentos culturais e educacionais [que tenham alguma relação com cultura ou RPG] eu tento manter algum link ou nota sobre. Falo mais de RPG, por esse ser meu hobbye preferido, mas pretendo falar de qualquer coisa que me venha à cabeça e que seja interessante no momento. Já tive posts sobre comidas japonesas e sobre desenhos animados antigos. Tudo depende do humor.

No início, a Zona Neutra era composta por dois autores e um colaborador, mas com o tempo as coisas mudam. Prefiro não falar sobre essa mudança. Só que ainda somos os mesmos amigos e nossos pontos de vista ainda continuam os mesmos…

7.  O mais legal foi um dos que não deram o que falar. Fiz umas perguntas parecidas com as dessa entrevista para que os autores de blogs a respondessem, mas poucos o fizeram.

8.  Igualmente ao Sérgio Luis, eu não estou por dentro das notícias de D&D. Não gosto de ler em inglês [apesar de saber que vou ter que aprender] e se fosse extremamente necessário saber inglês agora, eu gastaria meu tempo com GURPS 4º Edição. Também não acho D&D essas coisas que todos acham por aí… Ainda acho que essas pesquisas que aparecem sendo lideradas por D&D é só uma ordem dos illuminati, que querem manter o controle das coisas [hehehe]

9. O fim da Dragão Brasil foi um golpe forte no RPG. Era a única revista de RPG que poderia abraçar a todos os jogadores, e não somente a uns escolhidos à dedo. Outro fracasso é a tradução de GURPS 4º edição. Acho que ele poderia ter sido um líder de mercado por um bom tempo, caso não tivesse sido abandonado.

10. A Casa dos Lordes tem boas opiniões e é muito interessante o modo como eles tratam os artigos que escrevem. Um ponto importantíssimo é não haver discórdia entre os autores. Eles parecem ter opiniões parecidas e isso faz o blog crescer. Leva uma boa vantagem sobre os outros blogs, por ser escrito por mais de uma pessoa.

E como costumo fazer, vou indicar alguém do nordeste, por que gosto da terrinha. E será o Daniel, do Pensotopia.

Foi um prazer participar…

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