[ACN] De Abalado a Catatonico

Mais uma vez o companheiro Tiago “Deicide” nos surpreende com um ótimo material (e de grátis!) sobre Estados Emocionais. As regras no manual básico encontram-se nas páginas 64 a 66 e o material extra serve para expandir essas regras.

Pode até parecer implicância, mas andamos discutindo com o nosso narrador Wenderson, de novo, exatamente sobre esse assunto nas últimas sessões. E aparentemente o companheiro Tiago “Deicide” tem bola de cristal pois adivinhou o nosso problema e expandiu as regras (se não for bola de cristal um dos nossos companheiros nos dedurou).

Diante disso me veio as dúvidas e aqui apresento o que penso, fazendo em seguida as perguntas. E pode parecer que eu estou me repetindo (e na verdade estou mesmo), mas essa discussão também vai ser iniciada no Fórum Rapsódia (ou não) e precisamos de você para nos ajudar a resolver essa dúvida.

O fato é que, num primeiro momento, achamos (os jogadores) as regras pesadas demais. Parece que nunca teremos oportunidade de sairmos sem medo da situação. Apesar disso ser verdade na grande maioria dos casos reais de nossas vidas, dentro do jogo somos “herois”. O que acontece é que fica um pouco estranho se nós, os “herois”, ficarmos com medo (ou pior) várias vezes na sessão. Além do mais, se os testes forem feitos muitas vezes, pode ser que os jogadores passem a ver os estados emocionais apenas como um empecilho do que como um algo a mais para as sessões.

Mas vamos falar de um exemplo (ou mais de um – caso eu me lembre) do que aconteceu nas sessões para nos deixar preocupados com essa regra em especial.

Pelo que consigo me lembrar tivemos um encontro com uma garota morta, que se levantou da cama no IML e falou com a gente. Até ai tudo bem ter meus nervos abalados e um teste de pânico ser exigido. Mas nesse caso seria necessário que o estado fosse logo Catatonico (o nivel mais elevado de medo no ACN)? Se a respota for sim, eu aceito, mas pense primeiro antes de responder.

Em outra ocasião (que não está em ordem de acontecimento), um de meus companheiros de grupo, ou melhor dizendo o personagem dele, viu uma barata e subiu em cima da cadeira com atitudes suspeitas de medo (ele tem fobia de inseto). Nesse caso o teste também tem que ser para verficar o Estado Emocional? Essa eu sei a resposta: Sim. Testa espirito, com dificuldade 8, para não ficar com medo, se for um medo leve; para não ficar apavorado, se for um medo sério; e para não ficar histérico se for um medo extremo. E em todos os casos o motivo do medo não pode está tocando no personagem, caso contrário a coisa muda de figura (sabe a resposta, é? e tem como não sabe…?! tá no livro essa regra; mas ninguém precisava saber). Teve outros casos, mas não me lembro no momento e por isso vou ficar esperando meus companheiros de grupo apresetarem as outras situações (mas acho que só quem vai falar é o Alexandre – por que será que eu acho isso?).

Dentro desses acontecimentos acho, que de início, o que deixou os jogadores mais desconfiados com a regra foi o narrador não ter explicado o funcionamento das coisas (foi mal ai narrador, mas você é o culpado e não o mordomo). Porém, ainda acho que a regra está um pouco pesada. Principalmente, por que, atualmente estamos em níveis baixos de “poder”, somos personagens iniciantes, que vão gastar seus primeiros pontos de experiência. Mas que disse que o medo deve ser “Leve”?

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Um pensamento sobre “[ACN] De Abalado a Catatonico

  1. Olá, Emilson!

    Testes de autocontrole são melhor usados raramente, quando os personagens entrarem em pânico ou ficarem apavorados for tornar a história mais emocionante, nunca mais irritante. Senão, vira uma chatice mesmo.

    Por exemplo: o personagem é surpreendido e assaltado na rua. Tem que testar contra Pavor?

    Depende. Você quer dar total liberdade de ação ao jogador? Ou quer mostrar que há uma chance dele não reagir, mesmo querendo?

    Nunca se sinta obrigado a pedir um teste emocional, sempre avalie primeiro o impacto dele na história e se esse impacto pode ser positivo mesmo em caso de falha.

    A exceção, no caso, é a da fobia. Se o personagem tem um Trauma, então é justo que ele teste sempre que estiver exposto à sua fobia, pois é o que a regra determina (especialmente se o personagem adquiriu o Trauma com Históricos Negativos, visto que ele ganhou mais pontos para ter esse defeito!)

    Tiago José “Deicide” Galvão Moreira

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