[Personagem] Donovan

Esse personagem era pra ter sido enviado para o blog PcPronto, do Mestre Meyer, mas eu não resisti. É um importante personagem que utilizei em meu último jogo de rpg para Gurps, que tinha como Game Master Alexandre Nordestinus, o mesmo do blog Zona Neutra. Porém, garanto que esse será um dos poucos personagens apresentados aqui, a grande maioria será mandando para o Mestre Meyer, para postar no blog PcPronto.

Porém nesse artigo encontra-se o background e a ficha técnica do personagem. A ficha com suas caracteristicas estão com o Amigo Alexandre, o mestre na ocasião. Esta, a ficha, será mandada para Mestre Meyer, e se ela for postada no blog PcPronto eu colocarei o link aqui. Se não for postada lá é porque ela não merece ser apresentada ao público.

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FICHA TÉCNICA DE BRYAN DONOVAN

 

NOME: BRYAN DONOVAN
SEXO: MASCULINO
PESO: 75 kg
ALTURA: 1,78 m
COR: PARDO
IDADE: 26 anos
NOME DO PAI: MARCOS DONOVAN
NOME DA MÃE: JULIANA DONOVAN
OUTROS PARENTES: NÃO
AMIGOS: DIANA SALES, ANDERSON MARQUES, ELOISA MARA, WALTER LIMA E SARA VEIGA.
IMPLANTES BIÔNICOS: OS DOIS BRAÇOS, AS DUAS PERNAS E OS OLHOS.
ARMAS DE COMBATE: PISTOLA LASER, FUZIL,ESPADA CURTA E GARRAS.
COMBATE CORPORAL: CARATÊ.
Nº. DE VÍTIMAS ELIMINADAS EM AÇÃO: 13
Nº. DE VÍTIMAS QUE ESCAPARAM: 4
PENSAMENTO: MATAR OU MORRER!

bryan

PERSONALIDADE:

Meio depressivo. Parece procurar a morte em cada uma de suas missões. Apresenta inicio de depressão e fortes oscilações de humor. Não é muito inteligente, mas apresenta uma forte esperteza nas ruas. Não se mostra valentão, com exceção dos momentos certos ou quando provocado.

Não gosta de ouvir músicas ou ver televisão, na verdade são poucas as coisas que gosta atualmente.

SITUAÇÃO ATUAL:

Atualmente Donovan encerrou uma tarefa. Porém foi uma das tarefas mais simples: entregar um pacote. Entregou e recebeu o pagamento. Em seus momentos de folga, quando de dia, anda pelas ruas fazendo um reconhecimento das pessoas. Ou então treinando em uma academia qualquer. A noite gosta de ir a bares de estripes e festas em geral, mas dificilmente por diversão, na maioria das vezes vai em busca de serviços, contatos ou simplesmente observar em que pé anda a movimentação pela cidade.

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Essas são as principais informações que o centro de inteligência conta sobre o alvo. As buscas por informações continuam assim como o acompanhamento do mesmo. Abaixo, em anexo, há um texto que foi retirado de uma fita cassete, encontrada em uma das celas da delegacia local.

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***incio do texto***

É muito difícil perceber a realidade e ver as coisas de uma maneira normal. A muito não durmo direito e nas poucas vezes que consigo dormir tenho pesadelos. Minha historia não tem nada de agradável e talvez você não se interesse em ouvi-la, mas caso queira, escute a fita até o fim.

Desculpe por não ter gravado essas informações em um CD ou outra droga mais tecnológica, infelizmente essa é a única coisa que tenho a mão.

Tive uma vida normal em minha infância. Nasci na capital do Ceará, Fortaleza, e vivi nela toda a minha vida. Sou filho de Marcos e Juliana Donovan e nada mais merece ser dito sobre a minha infância.

Aos 14 anos tive a maior tragédia de minha vida. Meu pai, minha mãe e eu voltávamos de um final de semana no interior e o carro em que vínhamos sofreu um grave acidente, chocando-se de frente com um caminhão. Ainda hoje não tenho certeza de quem foi a culpa: se do caminhoneiro, em suas longas horas acordado, ou minha, em meu ataque de egocentrismo, que me levou a discutir com meu pai e desviar a atenção dele da estrada. O fato é que nunca vou perdoar o culpado. Só falta descobrir quem ele é: eu ou motorista.

Como você pode perceber por essa fita, escapei do acidente, mas num péssimo estado. Para meu azar fiquei preso entre os ferros retorcidos. Os bombeiros só conseguiram me tirar do carro cortando minhas pernas, pois o veiculo estava prestes a explodir. Mais tarde no hospital descobri que meu braço direito também estava comprometido, esmagado no acidente e foi amputado também. Passei messes no hospital.

Além de carregar a culpa pelo acidente e perder três de meus quatros membros, ainda carrego a certeza da perda de minha mãe. Meu pai sobreviveu ao acidente, mas passou a viver em cima de uma cadeira de roda. E para aumentar a minha tragédia ainda tenho que carregar o desprezo do meu pai, que me culpa pelo acidente.

Depois que meu pai e eu saímos do hospital, voltamos para nossa casa em fortaleza. Foram dias difíceis. Em pouco tempo meu pai perdeu todo dinheiro que tinha e passamos a ter dificuldades financeiras. Ele vendeu todos os seus bens, a casa foi por último. Mudamos para um pequeno apartamento em um bairro afasto e sujo. Durante esse período mal nos falamos e eu podia perceber em seus olhos que a minha presença fazia com que as péssimas recordações daquele dia nunca acabassem.

Meu pai nunca se preocupou em comprar próteses para mim e a minha tristeza não me deixava pensar nisso. Passei muito tempo em cima de uma cama, sendo tratado por uma enfermeira contratada e depois que o dinheiro acabou pelo meu próprio pai. Porém um dia meu pai saiu de casa enquanto eu dormia e nunca mais voltou. Fiquei sozinho em cima de uma cama esperando o meu fim chegar, mas o destino nunca que iria me dar esse presente naquele momento. Dois dias depois que meu pai saiu de casa, uma vizinha estranhou a falta de movimentação e me achou abandonado na cama em uma situação que eu prefiro não descrever. A minha vizinha Diana chamou a assistência social e eles me levaram para um abrigo.

Diana, a mulher que me encontrou, é uma das poucas amozades que tenho, mas a historia dela eu conto em uma próxima oportunidade.

(barulho e a fita é interrompida, passa um tempo em silencio, depois parece ser desligada, mas logo em seguida continua)…

Sinto muito pela interrupção, mas estou aqui de novo, vamos continuar.

Depois que meu pai e eu saímos do hospital passaram-se quase dois anos, até meu pai me deixar no dia em que a morte de minha mãe completou exatamente dois anos. Depois que meu pai partiu passei a morar em um abrigo e para falar a verdade nunca me importei. Eu teria passado meus últimos dias ali, esperando a minha morte chegar e acabar com toda a minha tristeza, mas como já disse antes o destino nunca que me daria esse presente.

Passei oito anos morando no abrigo. Diana me visitava quase todos os meses, pelo menos uma vez, durante esse período. Nos dez anos que se seguiram desde que minha mãe morreu, a tecnologia evoluiu muito e eu descobri isso através de Sovelis. Um dia quando não esperava mais nada da vida, enquanto eu tomava meu banho de sol, ele chegou ao meu lado. Com um simples olhar ele me fez entender que sabia o que se passava em meus sentimentos e entendeu que eu tinha desprezo pela vida.

Sovelis me contou do mundo além das paredes do abrigo, como as coisas haviam mudado e o quanto eu poderia aproveitar tudo isso para fazer minhas lembranças ruins sumirem. Sem demora deixei que ele me levasse. Não sei o que ele viu em mim, mas com certeza não foi algo bom. Minha única tristeza nesse dia é não ter me despedido de Diana.

Em poucos meses eu estava nas ruas. Sovelis me deu duas pernas e um braço. Eram mecânicos, sem sentidos, sem vida e frios, mas melhores e mais fortes. Em troca eu fazia o que ele me pedia: ceifar vidas. Não importava quem era, classe social, cor ou religião, só importava que Sovelis me indicasse. Mas a única ordem que eu aceitava era: MATE. Eu não torturava e não seqüestrava, simplesmente entregava o doce alivio da morte.

Seis meses depois que recebi meus novos membros, percebi que eu não era bom o suficiente. Algo estava me atrapalhando, demorei um tempo até perceber o que era: meu braço esquerdo de carne, assim como meus olhos. Tomei uma decisão que assustou muitas pessoas: substituir meu braço esquerdo de carne por um mecânico e meus olhos por algo mais eficiente. Sovelis foi um pouco relutante no início, mas devido a minha insistência e meus trabalhos bem sucedidos ele aceitou. Substituíram meu braço, meus olhos e fizeram melhorias no meu braço direito, acrescentando uma garra e um depósito de veneno. Passei alguns meses fora de combate, mas quando voltei já não havia mais nada do meu antigo eu. Abandonei meu antigo nome e assumi o nome BRYAN, mas mantive o Donovan, para não esquecer de onde vim e o que fiz. Deixei minhas emoções de lado e aumentei o meu desprezo pela vida, tanto pela minha, quanto pela dos outros.

Dois anos se passaram desde que Sovelis me resgatou do abrigo e me deu um novo corpo e um novo sentido para minha vida. Serei eternamente grado a ele, mas já não devo mais nada a ele, paguei tirando a vida de muitas pessoas. Há uma semana cheguei até Sovelis e lhe falei que não queria mais ficar ao lado dele, pois precisava descobrir meu próprio caminho. Achei que seria mais difícil, porém ele simplesmente me pediu um último serviço e disse que depois eu estaria livre. Pensei ser um truque, mas aceitei. Depois que conclui o trabalho ele me entregou algum dinheiro, se despediu de mim e eu parti.

Hoje vivo em um quarto no subsolo de um pequeno prédio de um bairro que não lembro o nome. No meu quarto tem uma cama, uma cômoda e um guarda-roupa, tem ainda uma imitação de cozinha em uma bancada embutida: em baixo do lado esquerdo um frigobar e do lado direito uma lixeira; no meio do lado direito um pequena pia e do lado esquerdo um fogão duas bocas, que usa o gás do prédio, em cima o armário de mantimentos. Tudo do meu senhorio como parte do meu contrato de aluguel.

No subsolo há ainda mais três quartos, mas como pude notar, acho que só tem mais um ocupado. Além dos quartos tem um banheiro coletivo, assim como nos outros andares. Bem que o banheiro precisa de uma limpeza, mas pelo menos quase nunca está ocupado quando preciso.

Preciso ir de novo…, mas não demorarei pra continuar.

(novamente barulho, mas desta vez, é possivel ouvir ao fundo som de pancadas em metal e a frase “hora de sair…”)

Já estou de volta, foi bem mais rápido do que pensei. Ainda bem que o gravador e a fita ainda estavam no mesmo tijolo solto que deixei da última vez. Na verdade esse gravador já estava aqui antes mesmo de eu ser preso pela primeira vez. E por coincidência é a terceira vez que fico na mesmo cela dessa delegacia. Mas não se preocupe, pois nunca fui preso por matar, quase sempre é por causa de bebedeira ou brigas. Amanhã estarei nas ruas de novo.

Essa é a minha ultima gravação nessa fita… Não que eu não vá voltar mais pra esse cubículo, mas não terei mais nada a dizer. Esse é o melhor resumo que posso fazer de minha vida. apesar de que não sei se deveria deixar isso registrado.

Não me pergunte o porquê de estar deixando essa gravação, eu acho que é por causa da solidão deste lugar. Essa espelunca quase sempre esta vazia quando estou preso.

Então é isso… Pra você que ouviu essa fita torço, onde quer que eu esteja que sua vida seja infinitamente melhor que a minha… e para que seu caminho nunca cruze com o meu.

***fim do texto***

 

[Personagem] Leandro Batista

Leandro tem 28 anos. Sua vida foi bem normal, até o dia em que sua família foi atacada por vampiros. Pai de um menino de oito anos e marido de Madalena, uma bela mulher, Leandro presenciou a mulher ser morta e seu filho ser abandonado. Tudo isso por conta de seu trabalho – ele era policial.

A morte de sua família foi ocasionada por causa de um caso que Leandro estava à frente. As suas investigações o levaram a descobrir coisas que não devia sobre os vampiros, mas mesmo sabendo do perigo ele não parou e cavou cada vez mais fundo. Os olhos das criaturas da noite se voltaram sobre ele.

 

Certa noite, ao voltar para casa depois de um dia de trabalho, Leandro foi surpreendido por invasores na sua casa. Depois de ser acertado com um forte golpe ao entrar em casa, Leandro desperta amarrado em uma cadeira no seu quarto e na sua frente amarrados e caídos no chão, sua mulher e seu filho. Durante toda a noite Leandro e sua familia são torturados e em determinado momento os invasores tentam fazer com que Leandro decida em que ordem eles iriam morrer diante de seus olhos. De forma relutante Leandro acaba escolhendo sua mulher, que imediatamente é morta por um dos invasores com um tiro na testa. Os invasores atormentam Leandro ameaçando matar seu filho, mas não fazem. Em vez disso colocam Leandro no porta malas de um carro e o levam para uma BR afasta do centro da cidade e de qualquer sinal de civilização. Param o carro no meio do nada, abrem o porta malas e soltam o menino. Sem poder reagir por estar muito ferido, Leandro apenas chora enquanto o porta malas é fechado. Leandro mais uma vez perde a consciência. Quando acorda está de volta em casa deitado ao lado do corpo de sua mulher. Sem forças para reagir Leandro novamente desmaia.

 

Leandro acorda de novo. Desta vez ele está na cama de um hospital. Do seu lado seu parceiro na policia. A recuperação acontece rápida. Quinze dias depois ele já de voltas as ruas, mesmo com a insistência do departamento para que ele não voltasse tão cedo. O único compromisso que Leandro resolve antes de voltar a trabalhar é o enterro de sua mulher.

 

Hoje Leandro divide seu tempo entre seu trabalho na polícia, a caça aos vampiros e a busca por seu filho. Sua casa ainda se encontra da mesma forma que estava na noite em que sua mulher foi morta e seu filho sumiu. Não há muito o que Leandro possa fazer, por que a esperança já o abandonou e o único momento de alívio que ele encontra é quando destrói mais um vampiro.

  • Para fazer o download da ficha (para nWoD ou Gurps) acesse o blog do Mestre Meyer: PcPronto

[Personagem] Abrãao Issar-El

Abraão Issar-El – Sargento do Exército Israelense (BACKGROUND)

soldado2Abraão Issar-El nasceu em Israel. Filho do Israelense Issac Shertok e da americana Sara Lincol, Abraão teve uma infância difícil. Dois anos depois que nasceu sua familia teve que fugir do país por causa das idéias de seu pai e de Sara, que estava sendo vítima de preconceito e sofrendo ameaças de morte. Com muita dificuldade, Issac e Sara conseguem asilo político nos Estados Unidos, devido a nacionalidade de Sara, que tem toda sua familia no país.

Quem passou a sofre certo preconceito, porém, menos perigoso, foi Issac e seu filho Abraão, mas até mesmo Sara sofria sua parcela de preconceito, quando as pessoas descobriam a nacionalidade de seu marido. Com muita luta Issac e Sara conseguiram criar seu filho, com o dinheiro conseguido com o mercado aberto em um bairro com uma maior concentração de estrangeiros.

Durante a sua infância, quando tinha 10 anos, Abraão sumiu na saída da escola e seus pais saíram a procurá-lo desesperadamente, o que durou muito tempo e contou com a ajuda de alguns vizinhos. Já tarde da noite Abraão foi encontrado próximo a um rio, em meio a uma área de vegetação alta, preso dentro de um baú de madeira, que tinha a tampa fechada com pregos. Seus pais nunca souberam, pois Abraão nunca contou, mas foram garotos da própria escola que fizeram aquilo com ele. Desde de então Abraão passou a ter muito medo de lugares apertados e fechados e deixou de confiar nas pessoas.

Na idade de alistamento, Abraão fez questão de se alistar, e mesmo com sua origem, ele conseguiu, pois há muito tempo havia conseguido a nacionalidade Americana e nunca foi registrado em sua terra natal. Abraão começou a servir a Força Aérea dos Estados Unidos.

Abraão foi mandado, depois de um ano, para trabalhar com helicópteros. Aprendeu a pilotá-los e a concertá-los, ficando dois anos nas grandes oficinas, até 2003, quando foi designado para lutar na Invasão ao Iraque, que aconteceu em 20 de março de 2003. Essa guerra dura para Abraão exatamente um ano, quando ele é dispensado da guerra de suas funções. Os motivos nunca foram esclarecidos.

Issac e Sara sempre fizeram questão de que seu filho conhece a cultura de seu povo. Sara a muito se convertera ao Islamismo e Abraão foi criado sob essas doutrinas, mas sempre de forma oculta. Depois que retornou da guerra Abraão decide voltar para Israel e conhecer o local onde nasceu.

Abraão chegou a Israel em junho de 2004 e passou a morar em Tel Aviv-Jafa (Telavive) é a maior cidade de Israel, bairro de Harkiya. Localizada na costa do mar Mediterrâneo, tem cerca de 2.000.000 habitantes e foi fundada em 1909, sendo unificada com a vizinha cidade de Jaffa em 1950. Foi a capital do país entre 1948 e 1949. Tel Aviv faz parte de uma grande zona metropolitana de Israel, chamada de Gush Dan (“Agregado Dan”, que inclui também as cidades de Bat Yam, Holon, Ramat Gan, Givatayim, Bnei Brak, Petah Tikva, Rishon LeZion, Ramat Ha-Sharon e Herzliya). Dada a qualidade das suas praias, clima aprazível e oferta de serviços turísticos, como os grandes complexos hoteleiros, a cidade é um local turístico por excelência. A cidade é o centro econômico de Israel com a bolsa dos valores e sede de muitas empresas. O bairro de Harquiya (antiga colônia alemã Sarona) é a sede do ministério da defesa e do comando do exército israelense.

Em dois anos Abraão já estava bem adaptado aos costumes da cidade, sem nunca perder contato com seus pais. Conseguiu dupla cidadania e passou a ajudar o exército local. Em 12 de julho de 2006 inicia-se o conflito Israelo-libanês que foi travado entre forças israelenses e a milícia xiita Hezbollah. Abraão participou ativamente do conflito, que durou até 11 de agosto do mesmo ano (2006). Durante o conflito Abraão aprende técnicas de demolição, mergulho, interrogatório, sobrevivência no deserto, entre outras coisas. Com sua participação, considerada ótima, no conflito, Abraão foi efetivado no exercito e recebeu a patente de sargento. O conflito durou exatamente 30 dias e teve as seguintes principais ações:

  • 12 de Julho – o Hizbollah seqüestra dois militares israelenses para serem trocados por prisioneiros, em uma ação que matou oitos soldados israelenses e dois membros da milícia islâmica.
  • 13 de Julho – Israel promove cerca de quarenta ataques aéreos contra o Líbano, atingindo, entre alvos, o aeroporto internacional de Beirute e 21 posições do Hizbollah e do exército libanês, causando 46 mortes. O Hizbollah dispara vários mísseis contra Israel e mata 3 civis.
  • 14 de Julho – ataques aéreos israelenses atingem o subúrbio sul de Beirute. O Hizbollah dispara mais de 100 foguetes Katyusha contra Israel, que matam 2 civis. O Hizbollah atinge com um míssel uma fragata israelense na costa do Líbano, em que quatro marinheiros israelenses morrem. O premiê israelense Ehud Olmert impõe como condições para um cessar-fogo a libertação dos soldados, o fim dos disparos de foguetes e a aplicação da resolução 1559/2004 da ONU, que prevê o desarmamento da milícia e a restauração da soberania do governo libanês. O líder do Hizbollah, Hassan Nasrallah, declara guerra a Israel.
  • 29 de Julho – ataques aéreos israelenses atingem o subúrbio sul de Beirute, ceifando a vida de 33 crianças e 4 adultos Libaneses, a Comunidade Internacional condenou previamente o ataque Israelita, que informou desconhecer quem esteve na origem destas ordens e iria ser alvo de um inquérito interno.

Em novembro de 2007 Abraão recebe dispensa do exército e fica na reserva. Na cidade de Telavive Abraão conhece Elisa Almeida, funcionária da embaixada do Brasil em Israel. Ambos se tornam bons amigos, chagando a ter contato intimo, e ela passa a falar muitas coisas sobre o Brasil. Abraão fica curioso sobre esse país chamado Brasil e decide conhecê-lo. Em fevereiro de 2008, em pleno carnaval, Abraão chega a Fortaleza, capital de Ceará.

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A ficha do personagem você pode baixar visitando o blog do amigo Mestre Meyer, o PcPronto. Para visitar o blog do pcpronto clique aqui.

[Personagem] Caio Magnus

A VIDA DE CAIO MAGNUS

caio-magnusCaio Magnus e Cássio, seu irmão gêmeo, nasceram em 01 de janeiro de 1986, na cidade de Fortaleza. Carlos e Maria Magnus, os pais dos gêmeos, são da cidade histórica de Vila Velha, Espírito Santo. Vieram para o Ceará em 1980, por causa da família de Maria que não aprovava o seu casamento.

Quem acolheu Carlos e sua família, quando chegaram a Fortaleza, foi Joana, tia de Carlos. Que há 15 anos morava no bairro do Jardim Iracema. Sete anos depois Joana faleceria em um acidente de carro, deixando tudo o que tinha para Carlos.

Vinte anos passaram-se e somente em 2000, Carlos voltou a ter um bom relacionamento com a família de Maria. Os dois viajaram algumas vezes para visitar Vila Velha e numa dessas viagens eles reataram os laços com a família e as viagens tornaram-se mais freqüentes, sempre que possível.

Para sustentar a família Carlos abriu uma mercearia dois anos depois de chegar a capital cearense. Mais tarde, dez anos depois de sua chegada a Fortaleza, Maria conseguiu um emprego de professora. A vida do casal seguia de forma tranqüila, até que vieram os gêmeos, Caio e Cássio, para agitar a vida dos dois. Os primeiros 12 anos de Caio e Cássio, passaram-se sem grandes acontecimentos.

Caio não gostava de brincadeiras, sempre foi retraído e gostava de ficar sozinho. Ele procurava a solidão por se sentir, quase sempre, angustiado, porém ele nunca entendeu o porquê desse sentimento. Além disso, ele achava que ele e o vazio a sua volta eram um só. Muitas vezes acordava altas horas da noite, só para ficar olhando a rua vazia, o movimento das arvores e os redemoinhos de papeis, formados pelo vento. Quando este soprava o sentimento de angustia desaparecia e a sensação de estar completo preenchia Caio.

Na escola Caio era um aluno inteligente o suficiente para passar de ano sem grandes dificuldades. Por ser uma pessoa muito reservada, pouco se destacava entre os outros alunos. Nas atividades fora da sala de aula sempre tentava fugir e se isolar.

As amizades de Caio eram poucas, duas ou três no máximo, incluindo seu irmão Cássio. Os dois irmãos sempre tiveram um bom relacionamento, apesar da grande diferença entre os dois. Já o relacionamento com os pais era um pouco frio afetivamente, mas eles se davam bem.

Aos treze anos Caio se envolveu em uma briga com João, um vizinho seu que tinha a mesma idade, o motivo foi banal, mas ele quase o matou a facadas. Todos na rua e os que ficaram sabendo se horrorizaram com o acontecimento. Depois disso Caio passou quase sete anos sem sair de casa, indo de casa pra escola e da escola pra casa. Caio que já era fechado isolou-se mais ainda. Por causa disso ele foi reprovado por dois anos nesse período em que ficou em casa. Quando saia na rua tinha a impressão de que todos o olhavam e o apontavam. Com muita dificuldade ele superou com o passar do tempo. Esse talvez seja o grande acontecimento da vida de Caio até seus vinte anos.

Caio atrasou-se na escola e só veio concluir o ensino médio em 2005. Ele sente um pouco de inveja do irmão que já cursa o segundo ano da faculdade de direito, mas nada que atrapalhe o bom relacionamento dos dois.

Scythe, A Mão do Destino.

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Para baixar a ficha em pdf de Caio Magnus acesse o blog do PcPronto clicando aqui.

Para baixar o background de Caio Magnus em pdf clique aqui.

[Personagem] Carlos Steny

A VIDA DE CARLOS STENY

carlos-steny Carlos Steny Filho vem de uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de Carlos e Marília Steny, Carlos Filho sempre levou uma boa vida. Seu pai é descendente de inglês e sua mãe uma legítima brasileira.

O tataravô de Carlos Filho, Andy Croyfh Steny, nasceu na Inglaterra e saiu de lá para o Brasil aos 19 anos. Veio para cidade de São Paulo, trabalhou como entregador, ajudante de padeiro, entre outros serviços menores, até juntar dinheiro suficiente para abrir seu próprio negócio. Tudo deu certo para o senhor Andy Croyfh nesse novo negócio e assim iniciou-se a vida da Família Steny no Brasil.

Carlos Steny, o pai, saiu de São Paulo aos 17 anos para o Rio Grande do Sul, depois de passar na prova para sargento e assim ele foi designado para cidade de Porto Alegre. Durante sua estadia na capital do estado ele conheceu Marília, a mãe de Carlos Filho. Depois de formado Carlos Steny foi transferido para a capital do Rio de Janeiro e trouxe consigo Marília. Recentemente Carlos pediu dispensa do exército, com uma boa aposentadoria, para se dedicar a sua empresa de segurança pessoal.

Desde o dia de seu nascimento, em 07 de agosto de 1987, Carlos Filho sempre teve uma vida mais fechada, mais reservada. Seus amigos eram poucos, devido sua timidez e sua preferência por livros ao invés de pessoas. Seu comportamento é o de uma pessoa calada que só fala o necessário.

Marcos é a pessoa que Carlos Filho considera como verdadeiro amigo. Já o salvou de algumas encrencas e até já salvou sua vida. Certo dia os dois foram para praia, em determinado momento Carlos Filho que sabia nadar pouco na época foi muito para o fundo, acabou se cansando e começou a se afogar, Marcos que estava por perto e presenciou a cena foi ao auxilio do amigo, salvando-o de se afogar. Carlos Filho nunca esqueceu esse dia e ainda se sente em debito com amigo.

Quando o assunto é mulher Carlos não se dá muito bem, sente-se preso e pouco consegue falar. Quando morava no Rio ele podia contar com a ajuda de Marcos, que era um perfeito Dom Juan, mas desde que se mudou, sua vida amorosa parou um pouco.

Carlos Filho cursou todo o ensino fundamental e médio na mesma escola particular, sempre na companhia de Marcos. Mas quando concluiu o ensino médio e passou na faculdade da Universidade Fernando Pessoa, da cidade de São Paulo, acabou se mudando para maior cidade do Brasil. Sendo então, a primeira vez, desde a primeira série, que Carlos se separava de seu grande amigo Marcos.

No dia 01 de setembro de 2006 Carlos se muda para São Paulo e no dia 04 assiste a sua primeira aula, um mês depois de já terem se iniciado as aulas na universidade. O curso é Ciência da Computação.

Carlos tem 1,85m de altura, olhos castanhos escondidos por um óculos de grau de lente azul, cabelos castanhos e pele clara. Sempre carrega um livro consigo para ajudar o tempo a passar quando estiver sem fazer nada.

Scythe, A Mão do Destino.

 

O ficha personagem pode ser baixado no blog PcPronto, no link: http://pcpronto.blogspot.com/2009/01/wod-estudante-solitrio.html

O background, esse que foi postado nesse artigo, pode ser baixado no link: http://www.4shared.com/file/82595720/48faff1e/Background_de_Carlos_Steny.html?dirPwdVerified=abe177db